quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dia do Amigo ... Dos melhores Amigos...

No Dia do Amigo venho aqui agradecer à Deusa por ter colocado cada um de vocês no meu caminho, quando há quase 4 anos conheci pela internet a Priscilla Duarte não imaginava que chegaríamos até aqui. Mas os Deuses nos trouxeram por suas mãos e por seu amor, mais do que irmãos e família, somos AMIGOS.
Tantos os que passaram pelo Grupo de Estudos Pagãos de Santos, muitos inclusive continuam meus amigos.
Impossível não lembrar de alguns que deixaram saudades, como meu caçula Davi, que se mudou pra São Paulo, me deixando meio orfã de filho, mãe também passa por isso!
Alguns outros que tiveram que se afastar por vários motivos, Ceiça, Pri Gaia, Rafaella, Elaine, Michelle...
Mas continuam fazendo parte da energia desse circulo, sempre.
Gratidão Priscilla por sua alegria, Letícia por seu humor, Mara e Karine pelas dores de cabeça que me dão, Rhaid por sua sensibilidade, Jachson por seu equilíbrio, Lívia por sua dedicação, Guilherme por seu ombro.
Gratidão à Eloá, Lulu e Rafá que estão se juntando à nossa família, gratidão pela Confiança depositada em nós e em nosso trabalho.
E claro...
Gratidão Natan por ter sido mais do que amigo, você foi e é um comigo. Mais do que Sacerdotes, Companheiros de Jornada, você e eu hoje conseguimos ser Natan e Babi, Sianna e Gawen, aceitando cada falha, cada tropeço e celebrando as alegrias das conquistas e vitórias.
Sejam quais forem os problemas ou alegrias, eles são sempre compartilhados entre nós.
Um provérbio sueco diz: "Uma tristeza compartilhada, se torna meia tristeza. Uma alegria dividida, se torna uma alegria dobrada." - Seguindo esse ditado ao pé da letra, você e eu aprendemos a fórmula do amor:
                              Respeito + Admiração + Paciência = Amor Incondicional.

A amizade é um amor que não morre - Mário Quintana. - Isso diz tudo.

Feliz Dia do Amigo para vocês ... irmãos da Arte que encontraram em seus caminhos mágicos pessoas especiais, há quem possam chamar de AMIGO!





* Uma amizade feita de momentos inesquecíveis... regada com lágrimas e sorrisos... e certamente estruturada no Perfeito Amor e na Confiança Perfeita.

                               Te amo meu AMIGO ... Gratidão por tudo que construímos e somos.
                          Que as Asas de Isis continue sobre nós, nos protegendo e guardando sempre.

Babi Guerreiro (Sianna Aset)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mitologias de Arthemís - Esbath de junho.


Curiosidades sobre a Deusa

Thargelia - o Thargelia, que é provavelmente idêntico ao antigo Thalysia (Oferta dos Primeiros Frutos), é um festival da colheita, celebrado quando o milho é debulhado. Embora em muitos casos o tempo varie de fazenda a fazenda e coincida com a real conclusão da colheita (maio ou junho), uma vez que este é um festival para Apolo (como um guardião de safras), ele nominalmente ocorre no sétimo dia, Seu aniversário. O festival tem duas partes: purificação e oferenda. O sexto dia (o aniversário de Sua irmã, Ártemis) é um dia de purificação, e dois homens (preferivelmente sem atrativos), os Pharmakoi (Bodes-Expiatórios), que foram alimentados pelas pessoas, são conduzidos pela cidade, e depois afugentados por ramos de figo e bulbos de cebola (venenosos/tóxicos e usados para a purificação). Um dos Pharmakos usa um colar de figos negros, o qual representa os homens da cidade, e o outro usa um colar de figos brancos, representando as mulheres. O dia seguinte é para a oferta dos primeiros frutos ao Deus; o Thargelos é feito com milho fervido e outros vegetais em um pote. Há disputas separadas de cantoria de hinos, para coros masculinos de homens e de meninos; os vencedores recebem um trípode, o qual eles então dedicam ao Deus.

Bendídia/Bendideia - festival realizado na Trácia, dedicado à Bendi, deusa da lua e da fertilidade, que corresponde a Ártemis. O festival consistia de corridas de cavalos e de procissões indo para o templo de Pireus.

Arkeia/Bear Festival - No santuários de Brauron e Mounychion em Attica, as meninas comemoraram o Arkteia ou "Bear Festival", um ritual de mistério quadrienais em honra de Ártemis, deusa dos animais selvagens e virgens. A lenda diz que este foi um festival de pré-nupcial necessária de todas as meninas da Ática. Uma série de vasos encontrados no santuários Arkteia retrata meninas, ambos nus e em chitons curto, aparentemente executando atividades rituais diversos, inclusive dançando e correndo. As cenas de corrida parecem mostrar garotas perseguindo um ao outro em uma disputa simbólica da sua mudança de status de "selvagem" para "domar".

Oferenda - As moedas de ouro mais antigas, cunhadas provavelmente por volta do século IV a.C., foram encontradas no templo grego de Éfeso, dedicado a Ártemis, erguido na atual Turquia.

Por: Fearghus e Epona




segunda-feira, 16 de maio de 2011

Esbath de Maio dá honras à Maat - O Equilíbrio.

No Antigo Egito a idéia de um estado de perfeita ordem e harmonia estava embutida no culto à deusa Maat, a deusa da justiça e da retidão de caráter. Acreditava-se que essa divindade era a mediadora entre as potências do céu e da terra. Ela regulava as relações entre os deuses, estabelecendo a harmonia entre eles e também entre os homens, fazendo com que estes pudessem viver em paz e em união. Por isso, todos os homens de responsabilidade na sociedade egípcia deviam viver de acordo com a Maat, ou seja, agir de acordo com rigorosos princípios religiosos e morais, vivendo uma vida justa e perfeita, em todos os sentidos. 
Falhar em viver segundo esses princípios implicava em ser julgado com muita severidade no chamado Salão de Maat ( o Tribunal presidido pelo deus Osíris, onde as almas dos mortos eram julgadas), ao passo que aqueles que viveram suas vidas de acordo com essas regras eram conduzidos por aquele deus através da Tuat, ( a terra da escuridão) até o outro lado, onde recebiam a Luz de Rá, o sol radiante) e se integravam à luz que emanava daquele deus. 
Na iconografia egípcia, a deusa Maat aparece como sendo a esposa, ou a parte feminina do deus Thoth, que com ele veio ao mundo quando as águas do abismo primitivo se abriram pela primeira vez. Seu símbolo era uma pena, que representava a leveza de alma que devia caracterizar todo aquele que ambicionava atingir a iluminação. Nos tempos mais antigos do Egito, o nome dessa deusa estava conectada também com os artesãos ( que deveriam fazer obras com perfeição, o que justifica o apreço com que o termo Maat é usado na simbologia maçônica dos graus superiores. Os egípcios usavam o termo de uma forma moral e espiritual, significando direito, verdade, lealdade, honestidade, retidão, caráter, justiça, probidade, etc. 

Correspondências: 
Simbolos: Pena de avestruz, Ank, balança, papiro, ollho de Hórus.
Cores: branco, azul, dourado.
Aroma: hortelã 
Erva: Urze.

Maat - Equilíbrio e Justiça

Bençãos de Maat à todos...
Em amor e confiança seguimos.

)O( Sianna Aset )O(